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Amor Incondicional ❤️ Amor&Liberdade

Eu quero aprender a Amar mas sem prender, acho que a Liberdade é o maior vinculo e prova de Amor... Eu quero aprender a Amar sem esperar nada em troca, só dar o melhor de mim! ❤️❤️❤️💓💓🥰🙏

Amor Incondicional ❤️ Amor&Liberdade

Eu quero aprender a Amar mas sem prender, acho que a Liberdade é o maior vinculo e prova de Amor... Eu quero aprender a Amar sem esperar nada em troca, só dar o melhor de mim! ❤️❤️❤️💓💓🥰🙏

26 de Agosto, 2014

Os Quatro Estilos Parentais

solua

 

OS PAIS SIMPLISTAS

 

Não dão importância aos sentimentos da criança;

Ignoram os sentimentos da criança;

Querem que as emoções negativas da criança desapareçam logo;

Costumam tentar distrair a criança para fazê-la esquecer as emoções;

São capazes de ridicularizar ou fazer pouco das emoções da criança;

Acham que os sentimentos da criança são irracionais e, portanto, não contam;

Demonstram pouco interesse no que a criança está tentando comunicar;

Podem ser incapazes de perceber as próprias emoções e as dos outros;

Sentem-se constrangidos, assustados, ansiosos, aborrecidos, magoados ou espantados com as emoções da criança;

Temem descontrolar-se emocionalmente;

Dão mais importância à superação que ao significado das emoções;

Acham que as emoções negativas são prejudiciais ou “tóxicas”;

Acham que ficar pensando nas emoções negativas só vai “piorar as coisas”;

Não sabem o que fazer com as emoções da criança;

Veem as emoções da criança como uma exigência para “consertar” as coisas;

Acham que as emoções negativas mostram que a criança está desajustada;

Acham que as emoções negativas da criança depõem contra seus pais;

Minimizam os sentimentos da criança, desmerecendo os acontecimentos que causaram a emoção;

Não tentam resolver o problema com a criança; acham que os problemas se resolvem com o tempo.

 

Efeito deste estilo sobre a criança: Ela aprende que seus sentimentos são errados, impróprios, inadequados. Pode aprender que há algo intrinsecamente errado com ela por causa do que ela sente. Pode ter dificuldade em regular as próprias emoções.

 

 

OS PAIS DESAPROVADORES

 

Demonstram muitas das atitudes dos pais simplistas, mas de uma forma mais negativa;

Julgam e criticam a expressão emocional da criança;

Estão preocupados demais com a necessidade de controlar os filhos;

Enfatizam a obediência a bons padrões de comportamento;

Repreendem, disciplinam ou castigam a criança por manifestações de emoção, esteja a criança agindo mal ou não;

Acham que a manifestação de emoções negativas deve ter limite de tempo;

Acham que as emoções negativas precisam ser “controladas”;

Acham que as emoções negativas refletem deficiência de caráter;

Acham que a criança usa emoções negativas para manipular; isso provoca disputa pelo poder;

Acham que as emoções enfraquecem as pessoas; as crianças precisam ser emocionalmente fortes para sobreviver;

Acham que as emoções negativas são improdutivas, uma perda de tempo;

Veem as emoções negativas (especialmente à tristeza) com um bem a ser poupado;

Preocupam-se bastante com a obediência da criança à autoridade.

 

Efeitos deste estilo sobre a criança: Os mesmos que os do estilo Simplista.

 

 

OS PAIS LAISSEZ-FAIRE (deixar fazer sem impor limites ou consequências)

 

Aceitam livremente qualquer expressão de emoção por parte da criança;

Reconfortam a criança que esteja experimentando sentimentos negativos;

Quase não procuram orientar o comportamento da criança;

Não orientam a criança sobre as emoções;

São permissivos, não impõem limites;

Não ajudam a criança a resolver problemas;

Não ensinam à criança métodos para solucionar problemas;

Acham que pouco se pode fazer a respeito das emoções negativas, a não ser afastá-las;

Acham que administrar emoções negativas é uma questão de hidráulica; basta liberar a emoção;

 

Efeitos deste estilo sobre a criança: Ela não aprende a regular as emoções; tem dificuldade de se concentrar, de fazer amizades, de se relacionar com outras crianças.

 

 

OS PAIS PREPARADORES EMOCIONAIS

 

Vêem nas emoções negativas uma oportunidade de intimidade;

São capazes de perder tempo com uma criança triste, irritada ou assustada, não se impacientam com a emoção;

Percebem e valorizam as próprias emoções;

Veem nas emoções negativas uma oportunidade importante para agirem como educadores;

São sensíveis aos estados emocionais da criança, mesmo os sutis;

Não ficam confusos nem ansiosos com a expressão de emoção da criança, sabem o que precisa ser feito;

Respeitam as emoções da criança;

Não ridicularizam nem fazem pouco das emoções negativas da criança;

Não dizem como a criança “deve” se sentir;

Não sentem que precisam resolver todos os problemas para a criança;

Usam os momentos de emoção para:

• Escutar a criança; • Demonstrar empatia com palavras tranquilizadoras e afeição; • Ajudar a criança a nomear a emoção que ela está sentindo; • Orientar na regulamentação das emoções; • Impor limites e ensinar manifestações aceitáveis da emoção; • Ensinar técnicas de solução de problemas.

 

Efeitos deste estilo sobre a criança: Ela aprende a confiar em seus sentimentos, regular as próprias emoções e resolver problemas. Tem autoestima elevada, facilidade de aprender e de se relacionar com as pessoas.

26 de Agosto, 2014

Inteligência Emocional na Educação dos Filhos

solua

 

QUE TIPO DE PAI OU MÃE É VOCÊ?

 

 

 

John Gottman, em seu livro Inteligência Emocional e a arte de educar nossos filhos, apresenta um questionário para ajudar a avaliar o tipo de pai ou mãe que você é, seguido de uma descrição dos quatro estilos parentais e como os diferentes estilos afetam as crianças.

 

 

AVALIANDO SEU ESTILO PARENTAL

 

Este questionário contém perguntas sobre seus sentimentos relativos à tristeza, ao medo e à raiva, em você e em seus filhos.

Para cada item, marque a resposta mais de acordo com o que você sente.

Na dúvida, escolha a resposta que lhe parecer mais plausível.

Embora este questionário exija que você responda a muitas perguntas, tente fazê-lo até o fim.

A extensão do modelo nos garante cobrir a maioria dos aspectos de cada estilo parental.

 

V = Verdadeiro

F =  Falso

 

1- Criança realmente quase não tem motivo para ficar triste. V   F

2- Acho que raiva não tem nada de mau, contanto que seja controlada. V   F

3-Quando a criança faz manha, em geral só está querendo que os adultos fiquem com pena dela. V  F

4- A raiva da criança merece uma folga. V   F

5- Quando faz manha, meu filho fica uma verdadeira peste. V   F

6- Quando meu filho está triste, espera que eu conserte o mundo e o deixe perfeito. V   F

7- Eu realmente não tenho tempo para tristeza na vida.  V   F

8 -A ira é um estado perigoso. V   F

9- Se a gente ignora a tristeza da criança, ela acaba passando. V   F

10- Raiva em geral quer dizer agressão. V   F

11- Criança costuma fazer manha para conseguir o que quer. V   F

12- Acho que tristeza não tem nada de mau, contanto que seja controlada. V   F

13- Tristeza é uma coisa que a gente tem que superar, esquecer e não ficar remoendo. V F

14- Não me importo de lidar com tristeza de criança, desde que não dure muito. V   F

15- Prefiro uma criança feliz a uma excessivamente emotiva. V   F

16-Quando meu filho está triste, é hora de resolver problemas. V   F

17- Ajudo meus filhos a superarem logo as tristezas para que possam se dedicar a coisas melhores. V   F

18- Não acho que quando a criança está triste seja uma oportunidade para lhe ensinar alguma coisa. V   F

19- Acho que quando a criança esta triste, ela está dando uma ênfase exagerada ao lado negativo da vida. V   F

20- Quando minha filha fica brava, ela vira uma peste.  V   F

21- Imponho limites à raiva da minha filha. V   F

22- Quando meu filho faz manha, é para chamar atenção. V   F

23- A raiva é uma emoção que vale a pena explorar.  V   F

24- Muito da raiva da criança é consequência de sua imaturidade e falta de discernimento. V   F

25- Tento transformar a irritação de meu filho em animação.  V   F

26- Você deve expressar a raiva que sente. V   F

27- Quando minha filha está triste, é uma oportunidade de aproximação. V   F

28- Criança realmente quase não tem motivo para ficar irritada. V   F

29- Quando meu filho está triste, tento ajudá-lo a investigar as causas de sua tristeza. V   F

30- Quando meu filho está triste, me mostro compreensiva. V   F

31- Quero que meu filho vivencie a tristeza. V   F

32- O importante é descobrir por que a criança está triste. V   F

33- A infância é uma época de alegria, não uma época para sentir tristeza nem irritação. V   F

34- Quando minha filha está triste, a gente senta e conversa sobre a tristeza. V   F

35- Quando meu filho está triste, tento ajudá-lo a descobrir por que ele está com aquela sensação.

  V   F

36- Quando meu filho está irritado, é uma oportunidade de aproximação. V   F

37- Quando meu filho está irritado, dedico um pouco de tempo a ele e a vivenciar este sentimento.V   F

38- Quero que meu filho vivencie a ira. V   F

39- Acho que às vezes é bom a criança sentir raiva. V   F

40- O importante é descobrir por que a criança está irritada. V   F

41- Quando ela fica triste, digo que é melhor ela não desenvolver o mau gênio. V   F

42- Quando meu filho está triste, tenho medo de que ele desenvolva uma personalidade negativa.

 V   F

43- Não estou tentando ensinar a meu filho nada em particular sobre a tristeza. V   F

44- Se há uma lição que eu possa dar sobre a tristeza, é que não há nada de mau em expressá-la.  V   F

45- Não sei se se pode fazer alguma coisa para mudar a tristeza. V   F

46- Não há nada que se possa fazer por uma criança triste além de lhe oferecer consolo.V   F

47- Quando meu filho está triste, tento mostrar-lhe que o amo em qualquer condição. V   F

48- Quando minha filha está triste, não sei bem o que ela quer que eu faça. V   F

49- Não estou tentando verdadeiramente ensinar a meu filho nada em particular sobre a raiva. V   F

50- Se há uma lição que eu possa dar sobre a raiva, é que não há nada de mau em expressá-la V   F

51- Quando meu filho está irritado, tento entender seu estado de espírito. V   F

52- Quando minha filha está irritada, tento mostrar-lhe que a amo em qualquer condição.V   F

53- Quando meu filho está irritado, não sei bem o que ele quer que eu faça. V   F

54- Meu filho tem mau gênio e isso me preocupa. V   F

55- Acho que é errado uma criança manifestar raiva. V   F

56- Quem tem raiva não tem controle. V   F

57- Uma criança manifestando a raiva é a mesma coisa que um ataque de mau gênio. V   F

58- A criança se irrita para fazer o que quer. V   F

59- Quando meu filho se irrita, tenho medo de suas tendências destrutivas. V   F

60- Se você permite que a criança se irrite, ela vai pensar que sempre vai poder fazer o que quer. V   F

61- A criança irritada está sendo desrespeitosa. V   F

62- Criança é muito engraçada quando fica irritada. V   F

63- A raiva em geral atrapalha meu discernimento e eu faço coisas das quais me arrependo. V   F

64- Quando meu filho está irritado, é hora de resolver um problema. V   F

65- Quando meu filho fica irritado, acho que é hora de lhe dar umas palmadas. V   F

66- Quando meu filho fica irritado, meu objetivo é fazê-lo parar. V   F

67- Não dou muita bola para raiva de criança. V   F

68- Quando meu filho está irritado, em geral não levo a coisa muito a sério. V   F

69- Quando estou irritada, sinto como se fosse explodir. V   F

70- A raiva não leva a lugar nenhum. V   F

71- É excitante para a criança manifestar raiva. V   F

72- A raiva da criança é importante. V   F

73- A criança tem o direito de sentir raiva. V   F

74-Quando minha filha está brava, eu simplesmente descubro o que a está deixando brava.V   F

75- É importante ajudar a criança a descobrir o que a irritou. V   F

76- Quando minha filha se irrita comigo, penso: “Não estou querendo ouvir isso”. V   F

77- Quando meu filho está irritado, penso: “Se ao menos ele tivesse jogo de cintura...”.V   F

78-Quando minha filha está irritada, penso: “Por que ela não pode aceitar as coisas como elas são?”. V   F

79-Quero que meu filho fique com raiva, para se defender. V   F

80- Não dou muita bola para a tristeza de meu filho. V   F

81- Quando minha filha está irritada, quero saber o que ela está pensando. V   F

 

 

 

Como interpretar suas respostas:

 

Simplista:

 

Some o número de vezes que você respondeu “Verdadeiro” entre os itens: 1, 2, 6, 7, 9, 12, 13, 14, 15, 17, 18, 19, 24, 25, 28, 33, 43, 62, 66, 67, 68, 76, 77, 78, 80.

 

Divida o total por 25. Este é seu coeficiente Simplista.

 

Desaprovador:

 

Some o número de vezes que você respondeu “Verdadeiro” entre os itens: 3, 4, 5, 8, 10, 11, 20, 21, 22, 41, 42, 54, 55, 56, 57, 58, 59, 60, 61, 63, 65, 69, 70.

 

Divida o total por 23. Este é seu coeficiente Desaprovador.

 

Laissez-Faire  (deixar fazer sem impor limites ou consequências):

 

Some o número de vezes que você respondeu “Verdadeiro” entre os itens: 26, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 50, 52, 53.

 

Divida o total por 10. Este é seu coeficiente Laissez-Faire.

 

Preparador Emocional:

 

Some o número de vezes que você respondeu “Verdadeiro” entre os itens: 16, 23, 27, 29, 30, 31, 32, 34, 35, 36, 37, 38, 39, 40, 51, 64, 71, 72, 73, 74, 75, 79, 81.

 

Divida o total por 23. Este é seu coeficiente de Preparador Emocional.

 

Agora compare seus quatro coeficientes.

O mais alto indica sua tendência dominante.

Olhe então para a lista a do post seguinte que resume as características básicas de cada estilo e explica como cada um afeta a criança.

 

Fonte:

26 de Agosto, 2014

EMOÇÕES NEGATIVAS: FORTE MECANISMO DE SOBREVIVÊNCIA

solua

Quando noto comportamentos negativos nos meus filhos, pergunto-me primeiro se não estam a espelhando-se em mim...

 

"... através do processo de evolução, o nosso cérebro tornou-se especialista para estar atento à possível ameaça e mobilizar os nossos corpos para lidar com um potencial predador, lutando ou fugindo. Ainda hoje, o medo e a dor são poderosos mecanismos de aprendizagem que nos protegem as emoções negativas são funcionais e de extrema importância para o ótimo desenrolar da nossa vida. As emoções jogam um importante papel na transmissão de informação, numa base que nos assegura a sobrevivência e a procura de bem-estar e felicidade.

 

Mas o que fazer com essas partes de nós (emoções negativas, desconfortáveis e incómodas) de extrema importância para a regulação e equilíbrio emocional da nossa vida?

 

A resposta é surpreendentemente simples. Temos de fazer as pazes com as nossas emoções negativas, aceitando-as, e ao fazê-lo, diminuímos o seu potencial dano. Podemos permitir que pensamentos e sentimentos negativos se manifestem em nós, no entanto, devemos desenvolver um “Eu observador” ou consciência superior que dirija a nossa atenção e comportamento de acordo com as nossas metas, valores e atividades que são produtivas e pessoalmente significativas para nós.

 

Manter a calma diante de alguma situação, mostrar estratégias para resolver um problema, ter flexibilidade para se adaptar a situações, se concentrar nas horas necessárias e saber se relacionar socialmente com as diferenças da vida humana são algumas das habilidades de quem desenvolve a Inteligência Emocional."

 

Fonte: http://www.escolapsicologia.com/ansiedade-nao-elimine-as-sua-emocoes-negativas-regule-as/

19 de Agosto, 2014

Regras da Casa

solua

Voltei a relembrar aos meus pequeninos as regras da nossa casa:

 

Aprender a Obedecer aos Pais  
Regra Nº1  Obedecer aos Pais!  
Regra Nº2 Quando os Pais chamam   é para vir!  
 Aprender a Guardar as Coisas de Usar  
Regra Nº3 Arrumar os brinquedos   que desarrumaram!  
Regra Nº4 Não deitar coisas   para o chão!  
Regra Nº5 Se abriste, Fecha!  
Regra Nº6 Se acendeste, Apaga!  
Regra Nº7 Se sujaste, Limpa!  
Regra Nº8 Se desarrumaste,   Arruma!  
Regra Nº9 Se partiste, Arranja!  
Aprender a Fazer as   Obrigações  
Regra Nº10 Nunca desitas e nunca   digas não consigo! Faz o melhor possivel!  
Regra Nº11 Ri muito! Sorri!  
Regra Nº12 Trabalha muito!  
Regra Nº13 Mas brinca ainda   mais! Diverte-te!  
Regra Nº14 Diz sempre a verdade!  
Regra Nº15 Cumpre as promessas!  
Regra Nº16 Ajuda os outros!  
Regra Nº17 Pensa antes de falar!  
Regra Nº18 Se não sabes,   Perguntas!  
Regra Nº19 Se prometeste,   Cumpre!  
Regra Nº20 Se pediste   emprestado, Devolve!  
Regra Nº21 Se não sabes fazer   melhor, não critiques!  
Aprender Boas   Maneiras  
Regra Nº22 Cuprimenta as   pessoas, diz Bom dia, Boa Tarde ou Boa Noite!  
Regra Nº23 Use as palavras   mágicas, obrigado, por favor, de nada e com licença!  
Regra Nº24 Comer,   nos horários, às refeições! Não falar com a boca cheia! Não sair da mesa até   terminar e ao fim pedir aos pais para sair da mesa!  
Regra Nº25 Não gritar e nem   fazer birras!  
Regra Nº26 Não bater!  
Regra Nº27 Ouvir a opinião de   todos! E esperar pela tua vez!  
Regra Nº28 Respeita!  
Regra Nº29 Perdoa, mesmo sendo   dificil!  
Regra Nº30 Pede desculpa!  
Regra Nº31 Partilha!  
Aprender a Cuidar:   Pessoas e Coisas  
Regra Nº32 Quando chega a hora   do Banho, é para tomar banho!  
Regra Nº33 Vestirem-se sozinhos   e arrumar a roupa espalhada!  
Regra Nº34 Lavar os dentes!  
Regra Nº35 Antes das refeições e   quando vai a casa de banho, lavar as mãos!  
Regra Nº36 Temos que dar muitos   beijinhos e xiis, todos os dias!  
Regra Nº37 Não te esqueças que   te amamos muito, daqui até a lua :)   
19 de Agosto, 2014

Pausa a dois ...

solua

Depois das férias em família, como não descansei, precisei de uns dias só com o meu mais que tudo :)

 

Foi muito bom, namorar e ter tempo só para nós... recomendo a todos os casais... uma vez por ano... este ano já tivemos duas :)

 

Sinto-me mais calma e parei para pensar o que está mal e posso fazer melhor!

 

14 de Agosto, 2014

Momento de crise...

solua
Autora: Chana (Jenny) Weisberg

 

De maneira geral é somente uma crise que tem o poder de nos forçar a dar os passos necessários para melhorar nossa vida.

 

1 - Lembre-se que uma mãe é como um lençol um pouco pequeno

 

Anos atrás uma mulher inteligente ensinou-me que toda mãe é como um lençol um pouquinho pequeno numa cama um pouquinho grande.

 

Não importa o quanto se arrume o lençol, um pouquinho da cama sempre aparecerá, pois um dos quatro cantos fica levantando.

 

Todos nós conhecemos mães que parecem ter os quatro cantos de sua vida arrumadinhos. Elas têm filhos perfeitos, casas impecáveis, casamentos maravilhosos, carreiras respeitáveis. Porém, na maioria dos casos, um cantinho da vida dessa mulher está pagando um preço por esta falsa perfeição, seja este cantinho os filhos, o casamento ou sua saúde mental.

 

Infelizmente, a maioria das mães passa a vida imitando estas mães "perfeitas", correndo ao redor da cama, tentando freneticamente manter todos os cantos da vida arrumados

 

Há cinco anos, tomei a decisão de parar esta corrida louca ao redor da cama. Decidi que se um canto do meu lençol iria ficar solto mesmo, eu queria escolher qual canto era menos importante para mim, para que minhas prioridades (meu casamento, meus filhos, minha saúde, minha escrita) ficassem seguros no lugar.

 

O canto do lençol que eu decidi ser o último na minha lista de prioridades foi o canto doméstico. Decidi encontrar uma faxineira para me ajudar uma vez por semana. Comecei a usar louça descartável em algumas refeições e cozinhar cardápios mais simples com menos pratos, para que eu tivesse uma chance de descansar nas tardes de sexta-feira. Estes pequenos passos para reduzir o fardo daquele quarto canto teve um efeito cumulativo sobre minha felicidade e minha capacidade de funcionar como mãe.

 

2 - Peça conselhos a especialistas

 

 Toda mãe enfrenta problemas pessoais e maternos que a deixam frustrada.

 

Faça um favor a si mesma e à sua família, e associe-se a um grupo de apoio ou a uma aula para mães. Você pode ler um livro de auto ajuda, ou chamar uma mãe com mais experiência a quem você respeita para ajudá-la a controlar sua situação.

 

Cinco anos depois da minha crise, eu ainda frequento aulas regulares para mães, que me dão inspiração e me orientam, e consulto livros e mães mais experientes para descobrir soluções para situações difíceis e preocupantes. Quando finalmente procuro ajuda, fico surpresa ao ver como meus problemas são comuns ou facilmente solucionáveis.

 

3. Melhore sua dieta

 

A dieta tem um enorme impacto em seu humor. Eu costumava iniciar meu dia com uma xícara de café com duas colheres de açúcar.

 

Olhando para trás, vejo como esta maneira errada de deixar-me ligada no início do dia era um fator que contribuía para o estresse e a ansiedade que se seguiram ao meu terceiro parto.

 

Desde então, parei de ingerir açúcar, cafeína e farinha branca. Procurei uma nutricionista para indicar-me uma dieta boa e saudável, o que significa que como mais legumes, proteína e germe de trigo e linhaça que contêm nutrientes vitais que as mães precisam.

 

Minha dieta causou um impacto positivo em minha vida como mãe e na minha felicidade em geral. Vi que esta dieta tem um efeito direto sobre a minha capacidade de permanecer calma e relaxada com meus filhos, e em manter uma visão positiva sobre a vida.

 

4 - Seja responsável pela sua felicidade

 

Ninguém gosta de ter uma mãe ou esposa que age como uma mártir sofredora.

O maior presente que você pode dar a sua família não é uma refeição caprichada, uma sala impecável, ou mesmo um passeio ao zoológico. O maior presente que você pode dar a eles é ser uma mãe feliz, bem descansada, bem alimentada, e que reserva algum tempo para investir em si mesma emocional, física e espiritualmente.

 

Em vez de culpar seu marido, os filhos ou seu chefe pelo fato de você estar sobrecarregada e ser subestimada, da próxima vez que se vir resmungando, pergunte-se o que VOCÊ pode fazer naquele momento para ficar mais feliz.

 

Já percebi que, em geral, a resposta a esta pergunta é ridiculamente simples. “Preciso dar uma caminhada (sem crianças) em volta do quarteirão. Preciso deitar-me e descansar por quinze minutos. Preciso pedir ao meu marido que ponha as crianças na cama naquela noite, para que eu possa comer algum iogurte no sofá.”

 

Lembre-se, não é divertido ser uma mártir, e menos ainda viver como uma.

 

Quando a maternidade chega a uma situação difícil, pode ser dolorosa, frustrante e desapontadora.

 

Pode também ser uma oportunidade para fazer algumas mudanças fundamentais em seu estilo de vida, para tornar tudo melhor e mais fácil.

 

Pode ser uma oportunidade para clamar, como fizeram nossos ancestrais no Egito, para atingir seu próprio Êxodo materno.

13 de Agosto, 2014

Passos para ser + feliz e + saudável :)

solua

1 - Deixar de comer doces/açucares

2 - Praticar exercício diário de relaxamento e meditação, ioga, massagens... Passeio ao ar livre...

3 - Dormir 6 a 8 horas

4 - Relaxar, meditar, dedicar tempo a mim... ler um livro, dançar!

5 - Aumentar o consumo de agua

6 - Para relaxar derreter um quadrado de chocolate negro na boca ( e não uma tabelete ;) ) para dormir melhor...